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PLANO DIRECTOR LUBANGO

Governo 04-05-2026
ESCLARECIMENTOS SOBRE A SITUAÇÃO DA TRAVESSIA PROVISÓRIA SOBRE O RIO HALO, EM CAIMBAMBO, PROVÍNCIA DE BENGUELA.

O Ministério das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação tomou conhecimento de informações de natureza técnica incorrectas, postas a circular nas redes sociais, sobre a finalidade da travessia provisória instalada em Caimbambo, levando este Sector, no âmbito do “dever de informar”, a proceder ao seguinte esclarecimento:

Designação correcta da actual solução provisória
A solução actual não deve ser chamada de ponte. É um desvio provisório ou passagem alternativa, feito à montante da ponte danificada, com recurso à rachão (pedras de grandes dimensões) e contentores marítimos de 40 pés abertos em ambas extremidades, em pleno respeito aos princípios de segurança aplicáveis a estruturas provisórias, por formas a assegurar a passagem controlada de camiões e garantir a respectiva capacidade de vazão.

Passos seguintes e respectivos prazos até à construção da nova ponte
Garantida a continuidade da circulação rodoviária, estão previstas as seguintes acções:

Próximos três (03) meses (até Julho): instalação de ponte metálica, do tipo Bailey Acrow, com 64.00 metros de comprimento e 9.00 de largura (duas faixas de rodagem), de estrutura construtiva QQR4H (Quádrupla-Quádrupla Reforçada);

Próximos dezoito (18) meses: concepção e construção de uma ponte definitiva.

A intervenção emergencial na Ponte sobre o Rio Halo, na Estrada Nacional EN 260, troço rodoviário Catengue/Caimbambo/Cubal/Ganda, no município de Caimbambo, é justificada pelos danos causados pelas grandes enxurradas que se abateram, recentemente, sobre Benguela, tendo provocado o desabamento da antiga ponte num tramo de aproximadamente 50 metros de comprimento.

O MINOPUH reitera que a actual solução é temporária, típica de situações emergenciais, e visa mitigar os constrangimentos que afectam a mobilidade das populações e o escoamento de bens essenciais, evitando o encerramento da circulação rodoviária. Porém, como qualquer infra-estrutura provisória, está sujeita a condicionalismos em termos de limites de carga, velocidade e tipo de viaturas, conforme sinalizações disponíveis no local. A estrutura deverá ser mantida sob permanente observação face a passagem, essencialmente, de veículos pesados.

Este Sector apela, de igual modo, à responsabilidade na redacção e partilha de conteúdos de natureza técnica duvidosa que podem deturpar a percepção pública e minar as expectativas dos beneficiários directos e indirectos das várias empreitadas que servem, no final, a todos os angolanos.

GABINETE DE COMUNICAÇÃO DE INSTITUCIONAL E IMPRENSA DO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, URBANISMO E HABITAÇÃO, em Luanda, 04 de Maio de 2026.

Fonte: GCII/MINOPUH
Governo 24-03-2026
MINOPUH AVANÇA COM MEDIDAS URGENTES PARA MITIGAR IMPACTO DAS INUNDAÇÕES EM ONDJIVA

O Executivo angolano, através do Ministério das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, anunciou a implementação de medidas emergenciais para mitigar os efeitos das inundações que, há cerca de 15 dias, atingem a cidade de Ondjiva, na província do Cunene, em consequência de fortes chuvas que provocaram transtornos significativos à população.

De acordo com o Departamento Ministerial, através da Direcção Nacional de Infra-estruturas Urbanas (DNIU), foi mobilizada uma equipa técnica, em coordenação com o Governo Provincial do Cunene e o empreiteiro responsável pela empreitada de construção das Infra-estruturas Integradas de Ondjiva, com vista à apresentação de soluções de curto prazo que permitam reduzir os impactos no quotidiano dos cidadãos.

Os complexos solos existentes na região exigirão uma abordagem técnica e prudente para soluções definitivas e duradouras. As zonas afectadas sofrem não apenas com as águas das chuvas que caem à montante, mas, de igual modo, por força das águas subterrâneas que se movimentam, originando, em alguns casos, a saturação dos solos.
Várias zonas residenciais, muitas delas protegidas por diques construídos para conter as águas das chanas, sofreram danos devido às dificuldades no escoamento das águas acumuladas, que atingiram, em algumas zonas, níveis de água próximos de um metro de altura, situação que obrigou à retirada de diversas famílias das zonas mais afectadas.

Durante uma inspecção técnica realizada neste Sábado, 21 de Março, a Direcção Nacional de Infra-estruturas Urbanas e Autoridades do Governo Local, visitaram os pontos mais críticos e concluíram que o problema da drenagem exige uma abordagem integrada, em detrimento de intervenções localizadas.

Como resposta imediata, o Ministério orientou ao consórcio de empresas INZAG e MERCONS para, nos próximos 10 a 15 dias, implementar um sistema de bombagem, com o objectivo de retirar o excesso das áreas inundadas e encaminhá-lo para as chanas, ao mesmo tempo que se concebe uma solução definitiva e robusta para o problema de macrodrenagem, com a participação directa das comunidades.

Na ocasião, o Ministro Carlos Alberto dos Santos manifestou solidariedade para com as famílias afectadas e assegurou que estão em curso acções para a resolução célere da situação.

Fonte: GCII/MINOPUH

minopuh.gov.ao MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, URBANISMO E HABITAÇÃO

CARLOS ALBERTO DA SILVA GREGÓRIO DOS SANTOS



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